Teste: Toyota Hilux SW4 Diamond sempre dá para ficar mais caro

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Teste: Toyota Hilux SW4 Diamond sempre dá para ficar mais caro

O carro ainda tem uma lista interessante de equipamentos de segurança dentro do guarda-chuva que a Toyota Chama de Safety Sense. Você não compra um SW4 para se mostrar, você o compra porque sabe o que ele entrega. Com mais de R$ 400 mil daria até pra partir para algum SUV de marca premium de entrada com carroceria monobloco e mais tecnologia, mas vou encerrar com a conclusão que eu cheguei. No papel, o Toyota SW4 Diamond é um veículo com altos e baixos. Mas, como é comum em carros da marca, é preciso andar para entender. Não estou falando da fama de "inquebrável" repetida à exaustão por uma legião de fãs que parece mais um culto religioso.

SEGURANÇA

Além de ser mais fraca em relação à Trailblazer, a SW4 Diamond não tem sensor de estacionamento dianteiro, alerta de colisão, aviso de mudança inadvertida de faixa e alerta de colisão. Mesmo assim a SW4 parece literalmente passar por cima de seus problemas. A segunda fileira também inclui ajuste de distância do assento, além do encosto – desde que você não rebata completamente os assentos extras no porta-malas. A SW4 está longe de ser um primor no comportamento dinâmico, mas ao menos o que não lhe falta é espaço interno.

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  • Em alguns casos, luxo é não ter se preocupar com esse tipo de coisa.
  • Além de ocuparem espaço no bagageiro, acabam gerando ruídos, tanto pelo movimento deles recolhidos e mal fixados quanto pelo roçar deles no couro da segunda fileira.
  • Terá uma identidade visual bem diferente, misturando elementos da Tacoma (modelo vendido nos EUA equivalente à Hilux) e até um pouco de Corolla Cross.
  • Uma solução é rebater apenas o encosto dos bancos adicionais, o que atrapalha a arrumação da carga no porta-malas.
  • Em uma semana com o SW4 esqueci o que são buracos, valetas e lombadas na rua.

Em uma semana com o SW4 esqueci o que são buracos, valetas e lombadas na rua. O SUV da Toyota absorve obstáculos com uma destreza ímpar. Em alguns casos, luxo é não ter se preocupar com esse tipo de coisa. Uma solução é rebater apenas o encosto dos bancos adicionais, o que atrapalha a arrumação da carga no porta-malas. Pelo menos a tampa do compartimento tem abertura elétrica. Ao menos o conjunto combina com a direção desmultiplicada e com os freios de modularidade ruim. Não é uma experiência prazerosa andar rápido com a SW4, mas pelo menos ela não te instiga a isso em nenhum momento.

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A vastidão é tamanha que até a terceira fileira é reclinável e comporta com relativo conforto um adulto de 1,75 m. Vire de forma mais intensa nas curvas e nem pneus supermacios de Fórmula 1 evitariam o acionamento do ESC e barulho e/ou o barulho da borracha perdendo aderência. Ou seja, mesmo que não seja sua intenção, é impossível passar despercebido na maioria dos ambientes com o SW4 – especialmente se ele for pintado no bonito tom branco-pérola, exclusivo das versões SRX e Diamond. A SW4 se impõe no trânsito, favorecida pelo visual ousado da geração atual, que tem faróis com DRL, facho baixo e luz alta em led (uma das poucas exclusividades diante do Trailblazer). Assinatura exclusiva em linhas cromadas e acabamento interno refinado tornam o SW4 sinônimo de elegância.

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  • Vire de forma mais intensa nas curvas e nem pneus supermacios de Fórmula 1 evitariam o acionamento do ESC e barulho e/ou o barulho da borracha perdendo aderência.
  • Falando mais tecnicamente, o SUV da Toyota traz o veterano motor 2.8 turbodiesel capaz de entregar 204 cv de potência e 50,9 kgfm de torque.
  • Tais valores poderão variar de acordo com os hábitos de condução do motorista.
  • Em todos os momentos, o motorista deve permanecer no controle integral de seu veículo.
  • Não podemos ver a traseira, porém a pequena parte da lanterna que aparece na lateral já tem um formato diferente da atual, indicando que a parte de trás também terá algumas mudanças.

Se minha escolha fosse entre um SUV monobloco de luxo ou o SW4 menos equipado, porém mais robusta, eu iria de Toyota com a certeza de que ele faria o percurso de mais de 3.000 km pelo interior do Brasil sem dificuldade alguma. Isso porque a Toyota usou uma solução onde o sexto e sétimo banco ficam dobrados na lateral do porta-malas. Desse modo, os próprios bancos limitam a inclinação do encosto da segunda fileira. A nova opção é R$ 8.300 mais cara que o SW4 SRX, topo de linha até então. A diferença se justifica, basicamente, pelos bancos dianteiros ventilados, sistema de som da Pioneer com dez alto-falantes JBL (sendo um subwoofer) e apliques plásticos sobre o para-choque dianteiro. Teria uma grade bem larga com formato hexagonal e, logo ao lado, estão os faróis finos com um formato que lembra o Corolla Cross, porém invertido. Tem o que aparenta ser uma imitação de entrada de ar logo abaixo, que segue até o para-choque, onde está uma área preta, que pode ser uma segunda grade. É possível ver uma linha clara na parte inferior do para-choque, que pode ser um farol de neblina. A próxima geração da Toyota Hilux é esperada para este ano e, no começo do ano que vem, iremos conhecer o SW4, aproveitando que os dois usam a mesma plataforma e compartilham uma grande quantidade de componentes. Para nossa surpresa, uma imagem começou a circular pela internet, que supostamente seria do SUV em uma imagem de uso interno da Toyota, revelando como será o seu novo design. Os bancos são separados e ficam literalmente pendurados junto às laterais do porta-malas por cordinhas. Além de ocuparem espaço no bagageiro, acabam gerando ruídos, tanto pelo movimento deles recolhidos e mal fixados quanto pelo roçar deles no couro da segunda fileira. Mas, diferentemente da Hilux, o SW4 não sofre com uma competição tão feroz. Na prática, você pode subir uma ladeira carregado sem medo de passar vergonha, mas ultrapassagens requerem mais prudência do que se imagina. A macia suspensão de braços sobrepostos na dianteira e multibraço na traseira transmite boa parte das mudanças de carga na carroceria. O quatro cilindros 2.8 turbodiesel gera 177 cv e 45,9 mkgf (distante dos 200 cv e 51 mkgf da Trailblazer) e movimenta um câmbio automático convencional de seis marchas com tração 4×4 e reduzida. Em todos os momentos, o motorista deve permanecer no controle integral de seu veículo. O funcionamento do Toyota Safety Sense pode ser afetado, diminuído ou prejudicado devido a fatores externos e a Toyota não é responsável por quaisquer consequências derivadas do uso do sistema. As últimas informações que circulam na Ásia é que a Toyota apresentará a nova Hilux ainda este ano, provavelmente na Tailândia, antes de começar a vendê-la em outros países. O SW4 estrearia alguns meses depois, no início de 2024, também no mercado asiático.

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O que sabemos é que a nova geração do SW4, assim como a Hilux, adotará uma nova plataforma chamada TNGA-F, uma versão da base modular criada para veículos com longarinas. Já serve de base para vários veículos da marca, como as picapes Tacoma e Tundra, e o SUV Land Cruiser. Outra novidade será um sistema híbrido-leve para o motor 2.8 turbodiesel, ajudando a reduzir as emissões, uma motorização que pode ser batizada como “Toyota Kinetic Assist”. Só para tirar logo esse ponto do caminho, ninguém compra um SW4 pela dirigibilidade. Ainda bem, por que não é um veículo que se presta a ser bacana contornando curvas. As molas helicoidais aliviam os trancos nos buracos que a Hilux apresenta, deixando a condução mais segura e confortável. Enquanto uma Ford Ranger já virou o jogo em modernidade contra a picape da Toyota, o SUV tem como competidores diretos apenas o Chevrolet Trailblazer e o Mitsubishi Pajero. O primeiro tem vendas bem menores na comparação, enquanto o segundo tem uma rede de concessionários com menos pontos de venda. E ambos entregam um pacote de equipamentos e desempenho similares por um preço parecido. O multimídia, lento e sem integração a celulares Android e iOS, é outro exemplo. O equipamento tem funcionamento confuso e destoa dos sistemas usados por outras marcas – e até pela Toyota. Yaris e Etios já contam com acessórios mais modernos, por exemplo. Ainda que a câmera de ré funcione como complemento, falta cobertura para manobras, sobretudo na dianteira. No caso dos modelos feitos na Argentina, a estreia deve levar mais um tempo, visto que a fabricante ainda não anunciou um investimento para renovar a dupla. Não podemos ver a traseira, porém a pequena parte da lanterna que aparece na lateral já tem um formato diferente da atual, indicando que a parte de trás também terá algumas mudanças. De resto, está com rodas de liga leve e tem um estribo lateral. O formato das janelas parece ser o mesmo, até nas que ficam depois das portas traseiras. No final do ano, tenho uma viagem de carro marcada para o Sul da Bahia. sw4 2023 preco , motos aquáticas ou até pequenos barcos? No Programa Brasileiro de Etiquetagem de 2023, o veículo SW4 Diesel GR-Sport possui nota C com consumo de 9,7 km/l na cidade, 11,0 km/l na estrada. Tais valores poderão variar de acordo com os hábitos de condução do motorista. No Programa Brasileiro de Etiquetagem de 2023, o veículo SW4 Diesel 4×4 SRX / Diamond possui nota C com consumo de 9,8 km/l na cidade, 11,2 km/l na estrada.